Por Carol @ 26/03/2013 às 19:22 @ Comentários
![]() Eu sei que já falei deles aqui várias vezes, e provavelmente se você é amigo ou conhecido meu, já sabe que eu falo muito deles, o tempo todo. Mas eu queria muito fazer um post especial por três motivos: 1 – O Grammy que eles finalmente ganharam este ano; 2 – O Grammy “colaborativo” que eles ganharam pelo filme Big Easy Express (falarei disso mais tarde); e 3 – Falar um pouco do Babel, o álbum mais vendido de 2012. E também falar um pouco mais sobre esses quatro meninos que estão simplesmente BOMBANDO lá fora. E meu maior desejo agora é que eles venham pro Brasil logo, então eu quero ajudar a divulga-los. Primeiro, se você ainda não conhece, eu vou apresenta-los. O Mumford & Sons é uma banda de folk rock da Inglaterra. O estilo do folk rock deles é uma mistura de bluegrass, country, e óbvio, rock, apesar de ter pouquíssima guitarra elétrica. E baixo elétrico. E bateria. Não tenho como falar pra vocês que eles são parecidos com essa ou aquela banda, porque pra mim eles fazem um estilo único: o estilo Mumford & Sons de fazer música. E eles mesmos falam isso em entrevistas. O que eu posso falar pra vocês é que, se você ler esse post aqui e curtir a banda, eu posso indicar várias outras bandas parecidas que são meio desconhecidas, mas igualmente boas. Procure por Laura Marling, Johnny Flynn, Matthew And The Atlas (tem até post sobre eles aqui no blog já!), The Lumineers, Noah And The Whale, Edward Sharpe and the Magnetic Zeroes, Jay Jay Pistolet, Of Monsters And Men (que aliás toca no Lollapalooza esse fim de semana!), The Avett Brothers, The Tallest Man On Earth, e, por que não, Beirut (essa muita gente já conhece, vai!). Bom, o Mumford & Sons é composto por quatro caras: Ben Lovett, que toca piano, teclado, bateria e acordeon; Winston Marshall, toca violão, guitarra e banjo (sim, BANJO! Vou falar mais do banjo mais tarde…); Ted Dwane, que toca bateria, guitarra, baixo e double bass, que aqui no Brasil é conhecido como contra-baixo; e Marcus Mumford, o líder da banda, que toca violão, bateria e todos os outros instrumentos que ele conseguir, tudo de uma vez. E ah, todos cantam, não comentei isso né? Mas vamos falar do Marcus um pouco… Isso tudo é porque, bem, quase todos tocam bateria, menos o Winston, mas eles tem coisas mais importantes pra fazer do que tocar bateria. Essa é a real. Lógico, tem bateria em algumas músicas, e o Marcus destrói quando toca (ele era baterista da Laura Marling por um tempo antes de ser demitido – isso porque ela já foi namorada dele!). Mas eu acho que a base maior do Mumford & Sons é o violão e os vocais. Tanto que tem uma música, uma das minhas preferidas, que ultimamente eles tem tocado nos shows sem microfone. É só os quatro cantando, o Marcus toca violão, e o Winston toca banjo no final. Essa música se chama Timshel, e ela tem muita história, como eu já contei um pouco num post aqui no blog. Bom, pra falar rapidamente sobre o banjo, muitas pessoas não compreendem a magia dele e a dificuldade que é tocar um. E o Winston começou a tocar com 19 anos, que foi quando o Mumford & Sons foi criado, no ano de 2007. Ou seja, quando o Sigh No More foi lançado em 2009, ele tinha apenas 21 anos. Quando eles tocaram no Grammy ao lado de Bob Dylan, em fevereiro de 2011, ele ainda tinha 22. E desculpem o palavreado, mas o cara toca banjo pra caralho. Se não tivesse ele, o Mumford & Sons não seria o que é. E quer uma curiosidade? Ele é super fã de Blink 182. Antes de entrar pros Mumfords, ele só ouvia Blink. É sério. O primeiro álbum da banda, Sigh No More, foi lançado em 2009 no UK e em 2010 nos EUA. Com esse álbum, o Mumford & Sons conseguiu o 2º lugar nas paradas britânicas em 2011, e esse ano, o álbum voltou a ser bem vendido no iTunes, após o lançamento do segundo CD. O Sigh No More ainda rendeu à banda o 1º lugar nos charts da Australia, Irlanda, Nova Zelândia, e 2º lugar na Billboard 200, a mais importante dos Estados Unidos. O álbum chegou a vender mais de 1 milhão de cópias tanto nos EUA quanto no UK. E tem mais: além de concorrerem a dois Grammys em 2011, eles conseguiram o prêmio de Álbum Britânico do Ano no BRIT Awards. O Sigh No More ainda é meu álbum preferido da banda, e eu me lembro até hoje quando o ouvi pela primeira vez, foi muito marcante, e desde então eu tenho viciado outras pessoas nele. Amo tanto, que tenho tanto a cópia em CD quanto o vinil. E fica a dica: tem os dois pra comprar na Livraria Cultura, e super em conta! Em setembro de 2012 foi lançado, finalmente, o segundo álbum da banda, intitulado Babel. A maioria das músicas já era conhecida pelos fãs, pois a banda já vinha tocando várias delas nos shows. Ainda assim, o álbum foi uma surpresa. Produzido por Markus Dravs (assim como o primeiro álbum), responsável pelos álbuns mais recentes do Coldplay e do Arcade Fire, o Babel é fantástico. É uma verdadeira mistura de músicas, mas ainda assim eles conseguiram ligar uma na outra, sem perder o estilo da banda. Aliás, muitas pessoas ficaram preocupadas se, com a fama, eles iriam mudar os instrumentos e fazer um álbum mais pop, mas não, isso nunca aconteceria. A única coisa talvez é que o Babel tem um pouco mais de guitarra elétrica, e é melhor produzido do que o primeiro, porém, não tem músicas tão marcantes. ![]() (Algum dia vou perguntar pra eles qual o motivo desta obsessão por janelas. O verso de ambos os álbuns é feito de fotos de janelas, além delas estarem presentes nas capas também!) Ainda assim, o Mumford & Sons acertou em cheio, e o inesperado aconteceu. Ainda na sua primeira semana, o Babel bateu recordes de venda, sendo lançado logo no primeiro lugar da Billboard 200 e nos charts do Reino Unido, além de ficar várias semanas em primeiro lugar no iTunes UK e USA. Foi o álbum vendido mais rapidamente em 2012 no Reino Unido (159 mil cópias só na primeira semana!), e foi o lançamento mais vendido do ano nos EUA (600 mil cópias na primeira semana!!!). Tudo isso, juntamente com as ótimas críticas que recebeu, rendeu à banda 6 indicações ao Grammy deste ano. O prêmio que eles menos esperavam receber era o de Álbum do Ano, e foi o único que levaram pra casa (além do colaborativo pelo documentário Big Easy Express). Em março de 2012, foi lançado o documentário Big Easy Express, dirigido por Emmett Malloy. O documentário mostra uma viagem de trem nada comum: três bandas de folk rock/bluegrass viajando de San Francisco até New Orleans fazendo shows sem parar, inclusive dentro do trem. Além de imagens maravilhosas de shows do Mumford & Sons, o filme também conta com os lindos do Old Crow Medicine Show e, uma das minhas bandas preferidas dos últimos tempos: Edward Sharpe and the Magnetic Zeroes. As bandas se unem para fazer um som dentro do trem, durante as viagens, e também no palco no final de alguns shows. O filme tem uma fotografia maravilhosa, além da música de ótima qualidade. E, quer mais um motivo? Ganhou um Grammy! Vale muito a pena assistir, galera! Ainda em 2012, a banda lançou um DVD ao vivo chamado Road To Red Rocks, que contém o show da banda realizado no maravilhoso anfiteatro Red Rocks, no Colorado (EUA), além de cenas de bastidores e de outros shows da turnê Gentleman Of The Road, que rodou os EUA no início de 2012. O DVD é incrível, eu já perdi a conta de quantas vezes assisti, e vocês já encontram ele pra comprar aqui no Brasil! ![]() Com tanto sucesso e reconhecimento mundial, eu acredito que o Mumford & Sons é sim uma das maiores bandas da atualidade. Eu nunca iria imaginar, quando os conheci no início de 2011, que eles iriam se tornar tão gigantes na cena musical. E pouco a pouco os fãs da banda aqui no Brasil vão aumentando, principalmente agora com a volta da 89fm – A Rádio Rock, que não para de tocar a versão ao vivo de “I Will Wait” durante a programação. Confesso que nunca gostei das rádios brasileiras, mas fico extremamente feliz quando bandas desse estilo tocam aqui para milhões de pessoas. A cada dia que passa eu fico mais esperançosa em ver um show deles ao vivo e a cores por aqui, e acho que eu não estou sozinha neste sonho, não é mesmo? Não tenho problema nenhum em dizer que, desde que ouvi o primeiro CD da banda e viciei nele a ponto de não ouvir mais nada por um ano inteiro quase, o Mumford & Sons se tornou minha banda preferida. No final de 2010, eu estava passando por uma fase meio chata e depressiva da minha vida (os malditos anos pares – eu tenho problemas com anos pares!), e 2011 veio com um pontinho de esperança, assim que os conheci em janeiro. É cliché e brega falar isso, mas é uma verdade: as músicas deles me ajudaram muito, me animaram, me deram esperança, e me faziam esquecer de todas as coisas ruins e só pensar nas coisas boas. 2011 foi um ano excelente na minha vida, marcante de várias formas, e eles fizeram parte disso. Um dia, espero ter a oportunidade de dizer isso cara a cara, e eu sinto que não vai demorar muito pra isso acontecer. Quem está comigo nessa? Mumford & Sons no Brasil, JÁ! Por Carol @ 19/03/2013 às 16:09 @ 1 Comentário Oi gente! Vou falar um pouquinho pra vocês hoje de uma série nova que estou assistindo, e que é viciante, já aviso! Eu ando meio desanimada de assistir séries dramáticas (só tenho visto comédias. Muitas comédias!), mas essa me conquistou logo no episódio piloto, e como estava no sétimo episódio da primeira temporada, acabei assistindo todos de uma vez só. Quando isso acontece comigo, é porque a série é realmente viciante. Nashville, da ABC, é mais uma série sobre música. Mas não tire conclusões precipitadas: não é a mais nova Smash, e muito menos outra Glee. Nashville só tem músicas originais, e, como vocês já devem ter imaginado pelo nome, se passa em Nashville, no Tennessee. Também como vocês devem imaginar, as músicas da série são em sua maioria no estilo country americano. A série também traz um pouco do indie, folk e rock, afinal, Nashville é a capital da música, e não só do country, mas ele certamente domina. ![]() A série tem duas protagonistas: Connie Britton e Hayden Panettiere. A primeira é Rayna Jaymes, uma cantora country já com muitos álbuns e singles lançados, prêmios, e uma legião enorme de fãs, devido a uma carreira longa de sucesso. Já a segunda é Juliette Barnes, a mais nova sensação country dos Estados Unidos, idolatrada por crianças e adolescentes. As duas são completamente diferentes, e não se batem de jeito nenhum. Porém, elas são forçadas a trabalhar juntas quando a carreira de Rayna começa a ir por água abaixo, e a vida pessoal de Juliette começa a ficar muito exposta na mídia. Para tentar melhorar a imagem das divas do country, seus produtores criam uma turnê conjunta pelos EUA, mesmo indo totalmente contra a vontade das duas. No meio da história de Rayna e Juliette, existem vários triângulos amorosos. Rayna é casada com Teddy (Eric Close), que logo nos primeiros episódios vira prefeito de Nashville. Mas a vida do casal vai de mal a pior, e Teddy acaba se reencontrando com sua ex de muitos anos atrás, Peggy (Kimberly Williams-Paisley, que aliás, é mulher de Brad Paisley, um cantor famoso de country), e os dois começam uma relação escondidos. Já do lado de Rayna, existe o guitarrista mais famoso de Nashville, Deacon Claybourne (Charles Esten, que, para a minha surpresa, era um dos caras que fazia aquele programa de comédia improvisada “Whose Line Is It Anyway?”). Rayna e Deacon eram namorados durante praticamente toda a carreira dela, e ele tocava guitarra na banda dela, além de compor a maioria das músicas. A reaproximação de Rayna e Deacon traz de volta sentimentos antigos, o que acaba piorando a situação do casamento da cantora. Juliette se aproveita dos problemas de Rayna, contrata Deacon para escrever algumas músicas com ela, e eles acabam tendo um caso. No outro “núcleo” da série, fica meus personagens preferidos: Scarlett O’Connor, Gunnar Scott e Avery Barkley (respectivamente: a linda – e australiana – Clare Bowen; o fofo – e inglês – Sam Palladio; e o ex-vocalista do Enation – One Tree Hill, quem lembra? – Jonathan Jackson). Scarlett é sobrinha de Deacon, namora Avery, e trabalha num bar/casa de show junto com Gunnar. Avery canta numa banda que leva o seu nome, é um pé no saco, ciumento e possessivo (mas eu gosto dele, apesar de tudo, ok? Hahahahah). Gunnar é apaixonado por Scarlett, e faz todo um estilo “cute guy next door” que é impossível não amar, além de ter uma voz maravilhosa. Logo no primeiro episódio, percebemos que a relação de Scarlett e Avery não vai muito longe, apesar deles até morarem juntos. Scarlett e Gunnar cantam juntos no Bluebird (bar onde eles trabalham), e todos no local percebem o quanto são talentosos juntos. Eles formam uma dupla e conseguem um contrato, o que faz Avery surtar um pouquinho, pois sua banda tem anos de formação, e nada de destaque na concorrida cena musical de Nashville. ![]() Scarlett e Gunnar são aquele casal que você vai AMAR torcer a favor (lê-se: shippar loucamente porque eles são lindos e perfeitos um para o outro!), e além da fofura, os dois cantam perfeitamente e escrevem músicas lindas. Aliás, se você curte The Civil Wars, você não tem motivo pra NÃO ver esta série (a música que os dois cantam no primeiro episódio é do The Civil Wars!). Porém, se você não curtir música country, a série vai ficar um pouco chata pra você. Têm muitas cenas de shows da Juliette e da Rayna, e as músicas delas são típicas do estilo country pop novo que faz sucesso nos EUA. Mas não desanime. A trama toda é muito bem escrita, os personagens são muito bons, e todos os episódios acabam de uma forma que faz você ficar louco pra ver o próximo. Agora, essa parte é especialmente para as mulheres do meu Brasil: os homens de Nashville são uma razão especial pra ver a série. Os quatro principais têm cada um suas características, conquistando todos os públicos (e gostos). Deacon faz o cara maduro, além de ser guitarrista (e sexy); Teddy é o político/chefe de família, galã de novela; Avery é aquele cara que tem uma banda, tem uma voz marcante, e arrasa corações; Gunnar é o cantor/escritor fofo e apaixonante. Apesar da ideia principal da série girar em torno das duas divas, e ambas serem muito bonitas, são eles que roubam a cena. ![]() Porém, preciso falar também um pouco mais da Hayden no papel de Juliette Barnes. A Hayden, pra quem não se lembra, ficou famosa no papel da cheerleader com poderes especiais Claire Bennet, na série Heroes. Ela sempre buscou uma carreira na música paralelamente com a de atriz, mas seus produtores sempre a colocavam com trabalhos muito pop (tipo trilha sonora da Disney, que ela fez vários). A atriz já confirmou isso em várias entrevistas: seu sonho sempre foi cantar country. Quando conseguiu o papel na série Nashville, ela mal podia acreditar. Conseguiu unir tudo que mais gostava num só trabalho. E ela está aproveitando ao máximo. Hayden evoluiu muito, está atuando super bem, e ela melhora a cada episódio. Nos Golden Globes deste ano, ela levou uma indicação de melhor atriz coadjuvante, e Connie Britton de atriz principal. Nenhuma delas ganhou, mas eu sinto que a série ganhará mais destaque em breve, pois está perto de confirmar uma segunda temporada. Bom, acho que já falei demais. Espero que eu tenha convencido pelo menos alguns de vocês a acompanhar esta série! Por fim, quero então convidar todos vocês a assistirem a estreia da série por aqui, que chega no dia 10 de abril (quarta-feira), às 21hs, no Canal Sony. Marquem na agenda! Até a próxima, pessoal! Por Carol @ 01/02/2013 às 22:27 @ Comentários Olá, pessoal! Quero começar com umas fotos de um casal muito especial que eu conheci no finalzinho de 2012. A Marta é brasileira, e o Quentin veio diretamente da França, e os dois moram (e se casaram) aqui em Itatiba. Fui escolhida por eles pra fazer um ensaio de noivado aqui no parque da cidade, e foi um dia muito divertido. Mas o que eu não imaginava era que o casamento deles seria um momento único na minha vida, daqueles que a gente lembra pro resto da vida. Bom, chega de falação, e vamos às fotos! ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() E estas são do casamento: ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Por Carol @ 03/09/2012 às 22:56 @ 2 Comentários ![]() Primeiro, peço desculpas pela demora pra sair esse post. Já se passou mais de uma semana do show e só agora tive tempo e cabeça pra escrever! Me perdoem? ![]() Eu fui sozinha para São Paulo de ônibus e cheguei no terminal Tietê por volta das 16h30. Lá encontrei três meninas do Rio de Janeiro que também não sabiam como chegar no Anhembi (bem, eu sabia, já fui três vezes lá, mas sempre erro o caminho!) e acabei acompanhando elas na caminhada. Chegamos 17hs e os portões abriram, então indiquei a elas a fila da pista e fui atrás do portão que eu entraria. Era o mais longe, depois da fila da pista comum e da premium, e sim, eu andei pra cacete. Achei finalmente uma placa escrito “Credenciamento”, me achei muito chique, e fui entrando. Encontrei logo as meninas que também ganharam a promoção e lá esperamos até umas 18hs, até a pessoa da XYZLive que iria entregar nossas credenciais chegar. Recebemos envelopes com nossos nomes, nos achamos muito chiques (hehe), e daí descobrimos que eram pulseiras escrito “Maroon 5 Guest”, e não credenciais. Maaaas, a gente podia levar pra casa depois, então, tava tudo certo, apesar da pequena frustração do momento. Hahahhaha. Aí veio uma das partes mais divertidas da noite: passar por mil portões, com 300 mil seguranças, não ser revistada por nenhum, e ir passando, passando e passando, de boa. Nos sentimos celebridades nessa hora. Hahahahahaha. E então, logo saímos atrás do palco, e consequentemente, na pista premium. Recebemos nossas instruções do que fazer e não fazer, e fomos comer e ir no banheiro porque ninguém é de ferro. Tiramos algumas fotinhas lá no “lounge” (muito chique), comemos crepe, batemos papo, e as 19hs começou o show do Javier Colon (ganhador do primeiro The Voice, candidato do Team Adam). A voz do cara é linda ao vivo, perfeita, mas as melhores partes do pequeno show dele foram covers (Time After Time e Fix You). Eu já ouvi o álbum dele, e é bem sem gracinha. Assim que acabou o show do Keane, nós fomos de volta pro lounge esperar para irmos para a sala de imprensa. Siiiim meus amigos, fomos para a sala de imprensa. Aí sim foi aquele momento de se sentir chique! A sala estava lotada de fotógrafos, pessoas no computador tratando fotos, conversando, e comendo (tinha bolos, docinhos, enfim…comida de todo jeito! E de graça!) e o melhor de tudo: wi-fi! E tinha a senha escrita numa plaquinha na parede! Hahahahaha… Sem falar nos setlists das bandas, é claro. Desculpa se isso foi um discurso de pobre, mas é que eu NUNCA tinha entrado numa sala de imprensa assim, de grande porte. Mas eu espero entrar em outras alguma vez na minha vida de novo, porque passou muito rápido, ficamos uns 10 minutos só lá dentro. Logo a gente foi levado de volta pelos vários portões e seguranças, para enfim entrar na frente do palco. ![]() Demorou ainda uns 15 minutos até o show começar, e nesse meio tempo tivemos mais alguns minutos de fama, em que a galera que estava na grade ficou pedindo pra gente tirar foto deles, e dar cartão de visita, e perguntar o que a gente estava fazendo lá e etc. O palco era muito alto (foi por isso que só consegui tirar fotos do Adam, gente. Desculpa), tinha uma frota de seguranças na nossa frente, e pelo menos uns 30 fotógrafos pra dividir aquele pequeno espaço, que tinha 1 metro de distância. Era quase impossível andar pra mudar de ângulo, mas ainda assim eu liguei o foda-se e fui pro outro lado do Adam na terceira música e me joguei na frente de um fotógrafo beeem mais alto que eu. Logo em seguida veio Lucky Strike, e assim, muito rapidamente, acabou. Percebi essa semana que muita gente não sabe que há uma regra de imprensa que diz que os fotógrafos só podem ficar na frente do palco durante as 3 primeiras músicas, e óbvio que não foi diferente dessa vez. Hoje em dia até quando vou fotografar os shows d’O Teatro Mágico aqui em Itatiba eu só posso ficar perto nas 3 primeiras músicas, depois, a gente é literalmente varrido dali. Então, eu queria terminar aqui minha pequena história agradecendo pela milésima vez todo mundo que me ajudou, que me deu força, que torceu pra dar tudo certo (e deu!!!), e principalmente aqueles que votaram na minha foto pra eu ganhar a promoção! Foi realmente uma daquelas coisas que só acontecem uma vez na vida. Enfim, espero que vocês gostem das fotos :) ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() |
![]() Carol, 23 anos. Sou fotógrafa desde 2009, mas amo a arte desde que era pequena. Eu também amo música, filmes, ler um bom livro, viagens, moda, natureza, pôr-do-sol, frio e dias chuvosos. Eu trabalho com fotografia de shows, retratos e eventos. Sou co-fundadora do primeiro fansite brasileiro sobre o The Rocket Summer. E é isso! Contato: carol.a.munhoz@gmail.com www.carolmunhoz.com - Assista! ![]() No Brasil: Toda quarta às 21hs, no Canal Sony. - Ouça! ![]() Clipe de "Wings" ![]() Renata Marques Enchanted (Ju) Babi Dewet Patricia Lima Arts4arts Moments Live Or Die (Rod) Dicas de moda (Ingrid) I Walk In The Sun (Camis) Lissa Wanna Be Nerd Music On Strike
|